Tandrilax – Para que serve? Como funciona? Veja a bula!

Para que serve o Tandrilax

Tandrilax serve para o tratamento de reumatismo (conjunto de doenças que pode afetar as articulações, músculos e esqueleto, caracterizado por dor, restrição de movimento e eventual presença de sinais inflamatórios).

Os exemplos mais comuns desta doença são:

  • Lombalgia (dor da coluna lombar)
  • Osteoartrites
  • Crise aguda de artrite reumatoide
  • Artropatias reumáticas
  • Crise aguda de gota (doença caracterizada pela deposição de cristais de ácido úrico junto às articulações e em outros órgãos)
  • Estados inflamatórios agudos pós-traumáticos e póscirúrgicos.

Tandrilax também serve como auxiliar em processos inflamatórios graves decorrentes de quadros infecciosos.

Como funciona o Tandrilax

Tandrilax apresenta uma composição relaxante muscular, anti-inflamatória e analgésica (ação contra a dor).

Este medicamento trata o reumatismo, o qual em geral, está associado a queixas como a dor e sinais inflamatórios como inchaço, calor local e eventual limitação de mobilidade.

Tandrilax por ter em sua composição uma associação de medicamentos irá agir da seguinte forma:

O carisoprodol é um relaxante muscular, que reduz indiretamente a tensão da musculatura esquelética em seres humanos.

A cafeína é um estimulante do sistema nervoso central, que produz estado de alerta mental e tende a corrigir a sonolência que o carisoprodol provoca.

A cafeína também tem ação contra a dor, atuando sobre a musculatura e tornando-a menos susceptível à fadiga (cansaço) e melhorando seu desempenho.

O diclofenaco sódico é um importante anti-inflamatório que atuará também no combate a dor e na diminuição de sintomas como a febre e inchaço localizados.

Assim também como o paracetamol, que possui ação anti-inflamatória, e atua sinergicamente no controle da dor e temperatura.

Como tomar o Tandrilax

As recomendações mais comuns de uso do Tandrilax são:

  • 1 comprimido de 12 em 12 horas, totalizando 2 comprimidos por dia.
  • 1 comprimido de 8 em 8 horas, totalizando 3 comprimidos por dia.

No entanto, cabe ressaltar que cabe ao médico analisar individualmente cada caso clínico adaptando a melhor dosagem de medicação e a duração de tempo de tratamento, de acordo com a idade do paciente e às suas condições gerais.

Deverão ser administradas as mais baixas doses eficazes e, sempre que possível, a duração do tratamento não deverá ultrapassar 10 dias.

Tratamentos mais prolongados requerem observações especiais (veja o tópico “Contraindicações”).

Os comprimidos do Tandrilax devem ser ingeridos inteiros (sem mastigar), junto às refeições, com auxílio de líquido.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Lembre-se, nenhum medicamento deve ser usado sem prescrição e receita de um profissional da saúde qualificado.

O que fazer no caso de esquecimento de uma dose?

Se uma dose for esquecida, você deve tomar o comprimido logo que possível.

No entanto, se estiver perto da próxima dose, pule a dose perdida e espere até o horário do medicamento ser tomado habitualmente.

Não tome uma dose dupla para compensar a dose esquecida.

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Contraindicações do Tandrilax

Não foram estabelecidas a segurança e a eficácia em pacientes da faixa etária pediátrica, portanto, não se recomenda seu uso em crianças e adolescentes.

A possibilidade de reativação de úlceras pépticas (lesão na mucosa do esôfago-gastrointestinal) requer análise cuidadosa quando houver história anterior de dispepsia (indigestão), sangramento gastrointestinal ou úlcera péptica.

Nas indicações do Tandrilax por período superior a dez dias, deverá ser realizado hemograma (exame de sangue) e provas de função hepática (do fígado) antes do início do tratamento e, periodicamente, a seguir.

A diminuição da contagem de leucócitos e/ou plaquetas, ou do hematócrito requer a suspensão da medicação.

O uso prolongado de diclofenaco tem se associado com eventos adversos gastrointestinais graves, tais como:

  • Ulceração (lesões)
  • Sangramento e perfuração do estômago
  • Sangramento e perfuração dos intestinos

Ocorrendo com mais frequência em pacientes idosos e debilitados.

O uso crônico de diclofenaco sódico aumenta o risco de dano nos rins, com função prejudicada do mesmo.

Condições agudas abdominais podem ter seu diagnóstico dificultado pelo uso do carisoprodol.

Isso porque o carisoprodol pode causar uma contração involuntária do esfíncter de Oddi (zona de maior pressão que regula a passagem da bile para o duodeno) e reduzir as secreções dos ductos biliar e pancreático (canais da vesícula biliar e pâncreas).

Pessoas com hipertensão intra-craniana (pressão alta no cérebro) ou trauma cranioencefálico (trauma no cérebro) não devem fazer uso de Tandrilax.

Da mesma forma que pacientes que possuem a atividade do citocromo CYP2C19 reduzida (enzima do fígado), seja por doença ou por uso de outras medicações.

O uso prolongado de Tandrilax pode levar à drogadição e sua descontinuação, à síndrome de abstinência, quando usado em altas doses e por período prolongado.

O uso concomitante com álcool e drogas depressoras do sistema nervoso central não é recomendado.

Observando-se reações alérgicas como:

  • Coceira eritematosas (vermelhidão)
  • Febre
  • Icterícia (amarelamento da pele)
  • Cianose (coloração azulada na pele devido à falta de oxigenação)
  • Sangue nas fezes

A medicação deverá ser imediatamente suspensa.

Pacientes idosos

O uso em pacientes idosos (pacientes geralmente mais sensíveis aos medicamentos) deve ser cuidadosamente observado.

Pessoas idosas que fazem uso de Tandrilax devem ser acompanhadas com cuidado, pois apresentam maior risco de depressão respiratória e de eventos adversos gastrointestinais.

Pacientes com doença cardiovascular (doenças do coração) devem também usar Tandrilax com cautela.

Isso se dá porque pacientes com doença cardiovascular, poderão ter eventos trombóticos cardiovasculares (formação de trombos na circulação), como infarto ou acidente vascular cerebral, devido à presença do diclofenaco na fórmula.

Em pacientes portadores de doenças cardiovasculares, a possibilidade de ocorrer retenção de sódio e edema (inchaço) deverá ser considerada.

Pacientes desidratados podem apresentar maiores riscos de hipotensão (pressão baixa) com o uso do carisoprodol.

Pacientes com doença no fígado ou rins

Tandrilax deve ser usado com cautela em pacientes com danos no fígado ou nos rins, pois a ação deste medicamento poderá se alterar e trazer maiores riscos durante seu uso.

Nestes casos é importante que se avalie cada situação clínica e a dose a ser tomada seja adequada ao paciente.

A meia-vida da cafeína está aumentada em pacientes com doenças do fígado como cirrose (destruição do tecido do fígado) e hepatite viral (inflamação do fígado causada por vírus).

Por isso ajustes de dose devem ser feitos para estes pacientes. Em altas doses, a cafeína pode causar dorsalgia crônica (dor nas costas), desencadear doenças psiquiátricas de base e aumentar a frequência e a gravidade de efeitos adversos.

Os pacientes que fazem uso de medicações que contém cafeína devem ser alertados quanto à limitação da ingestão de outras fontes de cafeína como alimentos, bebidas e outros medicamentos contendo cafeína.

Pacientes com doenças no pulmão obstrutivas ou restritivas

Tandrilax deve ser usado com cautela em pacientes com doenças pulmonares (dos pulmões) obstrutivas ou restritivas crônicas, pelo risco de depressão respiratória.

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas é recomendável que os pacientes durante o tratamento com Tandrilax evitem dirigir carros, motos e outros veículos, assim como operar máquinas perigosas, pois o Carisoprodol pode interferir com essas capacidades.

Sensibilidade cruzada

Existem relatos de reação cruzada do diclofenaco com o ácido acetilsalicílico.

Pacientes que apresentaram previamente reações alérgicas graves ao ácido acetilsalicílico ou outros anti-inflamatórios não hormonais (exemplos: ibuprofeno, cetoprofeno) devem evitar o uso de Tandrilax, em razão do maior risco de broncoespasmos (doença que causa dificuldades para respirar).

Uso na gravidez

Embora os estudos realizados não tenham evidenciado nenhum efeito teratogênico (dano ao feto), desaconselha-se o uso do Tandrilax durante a gravidez e lactação.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

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Efeitos colaterais e reações adversas

Os efeitos colaterais conhecidos com o uso do Tandrilax, por ordem de ocorrência, são:

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Aumento das enzimas do fígado

Reação comum (ocorre em 1% a 10% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Cefaleia (dor de cabeça)
  • Tontura
  • Insônia
  • Tremor
  • Dor
  • Hemorragia gastrintestinal
  • Perfuração gastrintestinal
  • Úlceras gastrintestinais
  • Diarreia
  • Indigestão
  • Náusea
  • Vômitos
  • Constipação
  • Flatulência
  • Dor abdominal
  • Constipação
  • Pirose
  • Retenção de fluidos corpóreos
  • Edema (inchaço)
  • Rash (manchas)
  • Prurido (coceira)
  • Edema facial
  • Anemia
  • Distúrbios da coagulação
  • Broncoespasmo
  • Rinite
  • Zumbido
  • Febre
  • Doença viral

Reação incomum (ocorre em menos de 1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Hipertensão
  • Insuficiência cardíaca congestiva
  • Vertigem
  • Sonolência
  • Agitação
  • Depressão
  • Irritabilidade
  • Ansiedade
  • Alopécia
  • Urticária
  • Dermatite
  • Eczema

Reação rara (ocorre em menos de 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento)

  • Meningite asséptica
  • Convulsões
  • Pancreatite
  • Hepatite fulminante
  • Insuficiência hepática
  • Depressão respiratória
  • Pneumonia
  • Perda auditiva
  • Agranulocitose
  • Anemia aplástica
  • Anemia hemolítica
  • Reações anafilactóides
  • Dermatite esfoliativa
  • Eritema multiforme
  • Sindrome Stevens-Johnson
  • Necrólise epidérmica tóxica

Outras reações observadas sem frequência conhecida

Efeitos cardiovasculares
  • Arritmia cardíaca
  • Vasodilatação periférica (altas doses)
  • Infarto do miocárdio
  • Angina
  • Aumento do risco de eventos cardiovasculares
  • Redução da perfusão esplâncnica (em neonatos prematuros)
  • Palpitações
  • Taquiarritmia
  • Alargamento do complexo QRS do eletrocardiograma (doses moderadas a altas)
  • Hipotensão ortostática
  • Síncope
Efeitos dermatológicos
  • Pustulose exantematosa generalizada aguda
  • Dermatite de contato
  • Dermatite liquenoide
  • Dermatose bolhosa linear
  • Necrose de pele
  • Faceíte necrosante.
Efeitos metabólicos-endócrinos
  • Acidose
  • Hipoglicemia
  • Hiperglicemia
  • Distúrbios hidroeletrolíticos (hipocalemia, hipercalemia e hiponatremia)
  • Redução de testosterona circulante
  • Aumento da estrona
  • Aumento das globulinas carreadoras de hormônios sexuais
  • Rabdomiólise
  • Aumento da perda de massa óssea
  • Hipotermia
Efeitos hepato e gastrintestinais
  • Aumento da atividade motora do cólon
  • Cirrose hepática
  • Fibrose hepática
  • Hepatotoxicidade
  • Doença inflamatória intestinal
  • Ulceração colônica
  • Constrição dos diafragmas intestinais
  • Perda protéica
  • Esofagite
  • Proctite
  • Enterocolite pseudomembranosa
  • Melena
  • Icterícia
Efeitos genitoreprodutivos
  • Doença fibrocística das mamas redução das taxas de concepção
  • Aumento das taxas de gestações múltiplas (homens)
Efeitos hematológicos
  • Coagulação intravascular disseminada
  • Meta-hemoglobinemia
  • Porfiria aguda intermitente
Efeitos infecciosos
  • Sepse
Efeitos imunológicos
  • Anafilaxia
  • Reação de sensibilidade cruzada (meprobamato)
  • Reação de hiperssensibilidade imune (quadriplegia, tontura, ataxia, diplopia, confusão mental, desorientação, edema angioneurótico e choque anafilático)
Efeitos musculoesqueléticos
  • Dorsalgia crônica
  • Paralisia muscular
  • Fasciculações
  • Destruição acetabular
Efeitos neurológicos
  • Aumento da vigília
  • Hemorragia cerebral
  • Síndrome de abstinência
  • Redução da capacidade cognitiva
  • Alucinações
  • Psicose
  • Drogadição (uso prolongado)
  • Amnésia
  • Acidente vascular cerebral
  • Encefalite
  • Mioclonia
  • Parestesia
Efeitos oftalmológicos
  • Retinopatia
  • Infiltrado de córnea
  • Visão borrada
  • Conjuntivite
Efeitos otorrinolaringológicos
  • Alteração do timbre de voz
Efeitos renais
  • Insuficiência renal aguda
  • Síndrome nefrótica
  • Nefrotoxicidade
  • Necrose papilar
  • Cistite
  • Disúria
  • Hematúria
  • Nefrite intersticial
  • Oligúria
  • Poliúria
  • Proteinúria
  • Angioedema
Efeitos respiratórios
  • Dispnéia
  • Hiperventilação
  • Taquipnéia
  • Edema agudo de pulmões
  • Pneumonite

Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.

Informe a empresa sobre o aparecimento de reações indesejáveis e problemas com este medicamento, entrando em contato através da Central de Atendimento ao Consumidor (CAC).

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Interações medicamentosas

Interações medicamentosas relacionadas ao diclofenaco sódico

Interação medicamento-medicamento

Gravidade: Maior

Há aumento do risco de sangramento no uso associado de ardeparina, clovoxamina, dalteparina, desirudina, enoxaparina, escitalopram, famoxetina, flesinoxano, fluoxetina, fluvoxamina, nadroparina, nefazodona, parnaparina, paroxetina, pentoxifilina, reviparina, sertralina, tinzaparina, zimeldina.

Pode ocorrer aumento da toxicidade de algumas medicações como metotrexato, pemetrexede este com risco de mielossupressão, toxicidade renal e gastrintestinal.

O uso associado ao tacrolimo pode levar a insuficiência renal aguda.

Gravidade: Moderada

O aumento das concentrações plasmáticas de diclofenaco pode ocorrer com uso de voriconazol, assim como ciprofloxacino também pode causar aumento de sua própria concentração plasmática.

O uso associado de levofloxacino, norfloxacino ou ofloxacino pode causar aumento do risco de convulsões.

O uso associado de anti-hipertensivos da classe dos betabloqueadores (ex: atenolol) e da classe dos inibidores da ECA (Enzima Conversora de Angiotensina, ex: captopril e enalapril) podem ter seu efeito anti-hipertensivo diminuído.

A associação com acetoexamida, clorpropamida, gliclazida, glimepirida, glipizida, gliquidona, gliburida, tolazamida ou tolbutamida, pode levar ao aumento do risco de hipoglicemia.

O aumento do risco de desenvolvimento de lesões da mucosa gástrica está associado ao uso de desvenlafaxina, dicumarol, duloxetina, acenocumarol, anisindiona, citalopram, clopidogrel, eptifibatida, milnaciprana, fenindiona, femprocumona, ginkgo, prasugrel, venlafaxina, varfarina e ulmeira.

A amilorida, canrenoato, espironolactona, triantereno poder ter redução do efeito diurético, hipercalemia, possível nefrotoxicidade quando associadas ao diclofenaco, assim como clorotiazida, clortalidona, furosemida, hidroclorotiazida, indapamida também terão sua eficácia diurética e anti-hipertensiva prejudicadas.

A losartana e valsartana podem ter redução do efeito anti-hipertensivo e aumento do risco de insuficiência renal.

A associação do diclofenaco com a ciclosporina pode aumentar a toxicidade da mesma potencialmente levando a riscos de disfunção renal, colestase e parestesias, assim como o uso de digoxina também pode ter aumento de toxicidade associada a náuseas, vômitos e arritmias.

Há risco de intoxicação por lítio em caso de associação podendo causar sintomas como fraqueza, tremor, sede excessiva e confusão.

O uso da matricária pode causar aumento do risco de eventos adversos associado aos anti-inflamatórios não-hormonais.

O uso dos medicamentos colestipol e colestiramina pode causar diminuição da biodisponibilidade do diclofenaco.

Gravidade: Menor

O aumento do risco de hemorragia gastrointestinal e/ou antagonismo de efeito hipotensor pode ocorrer no uso associado a anlodipino, bepridil, diltiazem, felodipino, flunarizina, galopamil, isradipino, lacidipino, lidoflazina, manidipino, nicardipino, nifedipino, nilvadipino, nimodipino, nisoldipino, nitrendipinoo, pranidipina e verapamil.

Interação medicamento-exame laboratorial

Quando se faz uso de diclofenaco o teste de sangue oculto nas fezes pode potencialmente dar resultado falso-positivo.

Interações medicamentosas relacionadas ao Carisoprodol

Interação medicamento-medicamento

Gravidade: Maior

Há risco potencial de depressão respiratória, no uso associado a medicações como adinazolam, alprazolam, amobarbital, anileridina, aprobarbital, bromazepam, brotizolam, butalbital, cetazolam, clordiazepóxido, clorzoxazona, clobazam, clonazepam, clorazepato, codeína, dantroleno, diazepam, estazolam, etclorvinol, fenobarbital, fentanila, flunitrazepam, flurazepam, halazepam, hidrato de cloral, hidrocodona, hidromorfona, levorfanol, lorazepam, lormetazepam, medazepam, meperidina, mefenesina, mefobarbital, meprobamato, metaxalona, metocarbamol, metoexital, midazolam, morfina, nitrazepam, nordazepam, oxazepam, oxibato sódico, oxicodona, oximorfona, pentobarbital, prazepam, primidona, propoxifeno, quazepam, remifantanila, secobarbital, sufentanila, sulfato lipossomal de morfina, temazepam, tiopental e triazolam. Assim como há risco de depressão do sistema nervoso central com o uso de Kava.

Interações medicamentosas relacionadas à cafeína

Interação medicamento-medicamento

Gravidade: Moderada

Medicações como: ciprofloxacino, equinácea, enoxacino, grepafloxacino, norfloxacino e verapamil quando associadas a cafeína podem levar levar ao seu aumento de concentração plasmática e consequente estimulo ao sistema nervoso central.

O uso associado a clozapina pode causar aumento do risco de toxicidade pela mesma com riscos de sedação, convulsões e hipotensão.

O desogestrel em associação a cafeína pode levar ao aumento da estimulação do sistema nervoso central, assim como a fenilpropanolamina, ácido pipemídico e a terbinafina podem causar aumento das concentrações plasmáticas de cafeína levando a sintomas como ansiedade, irritabilidade, insônia ou aumento da diurese.

A associação com teofilina também pode cursar com aumento das concentrações plasmáticas da mesma.

Gravidade: Menor

A cafeína pode causar redução do efeito terapêutico da adenosina.

Pode potencialmente levar a redução do efeito sedativo e ansiolítico de medicamentos como adinasolam, alprazolam, bromazepam, brotizolam, clordiazepóxido, clobazam, clonazepam, clorazepato, diazepam, estazolam, flunitrazepam, flurazepam, halazepam, lorazepam, midazolam, nitrazepam, oxazepam, prazepam, quazepam, quetazolam, temazepam e triazolam.

Eventualmente pode ocorrer aumento do risco de excitação cardiovascular e cerebral associado a altas concentrações de cafeína se associado ao uso de dissulfiram.

A metixantina pode potencializar os efeitos da cafeína aumentando os riscos de eventos adversos relacionados à mesma.

Interação medicamento-exame laboratorial

Gravidade: Menor

A cafeína pode causar uma falsa redução dos níveis séricos de fenobarbital.

Interações medicamentosas relacionadas ao paracetamol

Interação medicamento-medicamento

Gravidade: Moderada

Medicamentos como a zidovudina, carbamazepina, diflunisal e isoniazida em associação com o paracetamol apresentam risco de hepatotoxicidade e neutropenia, assim como a fenitoina também pode apresentar risco aumentado de hepatoxicidade e diminuição de eficácia do paracetamol.

A associação com varfarina pode causar risco de sangramento, assim como o acenocumarol pode ter seu efeito anticoagulante potencializado.

Gravidade: Menor

A associação com cloranfenicol pode aumentar sua toxicidade levando a sintomas como vômitos, hipotensão e hipotermia.

Interação medicamento-alimento

Gravidade: Maior

O consumo de álcool pode aumentar o risco de hepatoxidade da medicação.

Interação medicamento-exame laboratorial

Gravidade: Moderada

O uso de paracetamol pode levar a alterações de exames como falso aumento dos níveis séricos de ácido úrico e resultado falso positivos do teste do ácido 5-hidroxindolacético.

Informe seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.

Superdosagem

Os sinais de uma provável superdosagem são:

  • Confusão
  • Sonolência
  • Batimentos cardíacos rápidos ou irregulares
  • Falta de apetite
  • Náuseas
  • Vômitos
  • Dor de estômago
  • Pressão baixa
  • Tremores

Muitos desses efeitos podem ocorrer normalmente e podem não necessitar de atenção médica, porém, em caso de dúvida consulte seu médico.

Esses efeitos indesejáveis podem desaparecer durante o tratamento assim que seu organismo se adequar à medicação.

Seu médico pode orientá-lo sobre a natureza dos sintomas.

O profissional de saúde também será capaz de dizer quais as maneiras de se prevenir ou reduzir muitos desses efeitos.

Converse com seu médico se alguns desses efeitos persistirem.

Intoxicações graves podem causar sintomas mais intensos como:

  • Convulsões
  • Agitação
  • Incapacidade respiratória
  • Desmaio
  • Alterações do fígado e dos rins

Na suspeita de intoxicação grave o paciente deve ser conduzido imediatamente para um hospital para medidas de suporte à vida e monitorização contínua de sinais vitais.

Em caso de suspeita de intoxicação medicamentosa procure imediatamente auxílio médico.

Em caso de uso em grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

Cuidados, precauções e armazenamento

Mantenha o Tandrilax em um local afastado da luz do sol e da umidade. Conserve em temperatura ambiente (entre 15º a 30º) para evitar alterações em sua consistência.

Se observar alguma alteração no medicamento, tais como mudança na cor, no cheiro ou na textura, não faça uso deste medicamento e procure um farmacêutico para verificar sua integridade.

Sempre verifique a data de validade na embalagem do produto, jamais use um medicamento se a data de validade estiver vencida.

Siga sempre as orientações de uso do medicamento, nunca excedendo a quantidade recomendada pelo seu médico.

Mantenha qualquer medicamento longe do alcance de crianças.

Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou cirurgião-dentista.

Preço do Tandrilax

O preço do Tandrilax varia entre R$ 10,00 a R$ 35,00. A variação costuma estar relacionada com a quantidade por embalagem, a cidade e o local onde este é comercializado.

Dados técnicos e aparência

Os comprimidos de Tandrilax são circulares, de cor alaranjada, biconvexo e com vinco em uma das faces e gravação do logo ache na outra face.

Embalagem contendo 15 ou 30 comprimidos.

Uso adulto
Uso oral

Componentes: comprimido de Tandrilax contém 30 mg de cafeína, 125 mg de carisoprodol, 50 mg de diclofenaco sódico e 300 mg de paracetamol.

Excipientes: amido, celulose microcristalina, estearato de magnésio, crospovidona, corante amarelo FDC nº 6 laca de alumínio, dióxido de silício e fosfato de cálcio dibásico diidratado.

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.